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sábado, 21 de maio de 2011

A camuflagem das borboletas

   
As borboletas fazem parte de um imenso grupo de insetos chamado Lepidópteros que possui mais de 250.000 espécies diferentes. Dentre eles,cerca de 18.000 são borboletas.
Elas apresentam-se em uma grande diversidade de cores, tamanhos e formato.
São ativas durante o dia e existem em praticamente todo o mundo desde lugares compostos pela gelida vegetação tundra até as florestas tropicais.
        Para protegerem-se,os frágeis insetos desenvolveram técnicas distintas.
    Algumas apresentam cores semelhantes ao ambiente em que vivem e confundem-se com ele.
   Outras,de espécie venenosa,desenvolveram coloração gritante para que os predadores, depois de saborear uma, lembre-se da amarga experiência e não o façam novamente.
  Há ainda um terceiro grupo que não apresenta veneno, mas se "veste" como uma delas. 
   Assim faz com que os inimigos a temam, sem desconfiar do banquete que estão perdendo. 


Fonte :http://www.sitedecuriosidades.com/ver/a_camuflagem_das_borboletas.html

Nome : Ingryd Vitória da Silva Caldeira

Turma : 701 

Professora :Leiliandra  
 

Curiosidades sobre as esponjas

 




Os espongiários – ou poríferos – são animais encontrados em quase todos os ambientes aquáticos, desde regiões polares a regiões tropicais. Não possuem tecidos diferenciados e suas cores, tamanhos e formas são variáveis, de acordo com a espécie e ambiente que ocupam. Podem viver isolados ou em colônia.

Alguns moluscos e peixes, ouriços, estrelas-do-mar e tartarugas se alimentam de esponjas. Assim, algumas espécies de esponjas possuem mecanismos de defesa - como compostos químicos tóxicos que alguns indivíduos do
gênero Tedania e Neofibularia apresentam, podem causar dermatites na espécie humana.

Alguns desses compostos químicos são utilizados também na competição por espaço, impedindo que seres indesejáveis se alojem próximo a elas.

Entretanto, relações interespecíficas harmônicas são comuns, onde estas desempenham função de refúgio para alguns peixes e invertebrados de menor porte; podem ser ambientes de desova para certas espécies de peixes; cobertura ou camuflagem - como no caso dos caranguejos do gênero Dromia, que usam pedaços de diversas esponjas em suas carapaças; e podem, ainda, desenvolver relações simbióticas com cianofíceas, que produzem fontes de nutrição para a esponja.

Espécies do gênero Spongia e Hippospongia são usadas como esponjas de banho, cujo ápice se deu na década de 30 em locais como Cuba, Flórida e Bahamas. Atualmente são mais usadas as esponjas sintéticas, principalmente em razão do menor custo destas.

Uma vez que possuem capacidade filtradora, estes organismos são bioindicadores da qualidade da água, sendo, inclusive, bastante solicitadas em trabalhos de monitoramento ambiental.

São, ainda, um dos grupos de organismos com maior porcentagem de espécies produtoras de compostos antibióticos, antitumorais e antivirais.

Esponjas da família Cladorhizidae, habitantes de altas profundidades, não possuem sistema aqüífero e são dotadas de filamentos com espículas em forma de ganchos. Tais estruturas se prendem aos crustáceos, que são absorvidos e digeridos sem a presença de qualquer cavidade digestiva. No Brasil, temos uma representante desta família: Chondrocladia albatrossi


Fonte:http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/curiosidades-sobre-as-esponjas.htm
Nome:Richard
Turma:701
Professora:leiliandra

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Curiosidade




- Por que as lesmas derretem quando jogamos sal sobre elas?=> As lesmas possuem uma pele muito fina. Vivem em lugares úmidos e sombrios e, assim, não ocorrem grandes taxas de transpiração através da pele, fato que poderia provocar a desidratação desses animais.
            Quando jogamos sal na lesma, ela perde água e se desidrata. Mas, nesse caso, por que ocorre a desidratação? É que o sal se dissolve na superfície da pele úmida do animal, formando uma solução salina, em que a água é o solvente e o sal é o soluto. Essa solução salina é muito mais concentrada em solutos (sais) do que a solução dos fluidos do corpo do animal. Assim, ocorre um fenômeno chamado de osmose, em que a água se desloca espontaneamente de uma solução mais concentrada em soluto para outra menos concentrada, até que essas soluções tenham a mesma concentração. Por isso, a lesma perde muita água e morre desidratada.
            Vale lembrar que não se deve fazer isso, porque o animal sofre e isso não é justo. Mesmo um animal pequeno é importante para o equilíbrio do ecossistema.      

          Aluno: Kevin Kozzarttg Felisbino                                 Nº : 21

          Professora : Leiliandra

Vaga-lume

                                       




           

Invertebrados – Curiosidades A luz do vaga-lume é chamada de bioluminicência e serve para aproximar o macho da fêmea e se acende no abdômen e depende de uma substância, a luciferina, que em contato com o ar e com uma enzima, a luciferase, produz uma luz amarelo-esverdeada.
                                          

                                                        aluno:Alexandre Trajano
                                                         turma:701
                                                         professora:Leiliandra
                                                        


                                                          

Problemas

Se vocês estiverem com algum problema de acessar ao blog ou nas postagens continuem tentando ou me falam pelo orkut ou pelo meu e-mail leozinhomv@hotmail.com


Obs: Não se esqueça de continuar postando no blog , ele talvez poderá ser importantes em alguns trabalhos

Atenciosamente

Leonardo Melo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A dura rotina de uma abelha operária


A dura rotina de uma abelha operária

As abelhas operárias são disciplinadas, metódicas e ordeiras. Elas surgem de um ovo depositado pela abelha rainha em um dos tubos hexagonais que formam uma colméia, e a partir daí inicia-se a história de vida de uma pequenina, porém extraordinária operária.

· três dias depois nasce uma pequenina larva

· nos três dias seguintes a larva recebe como alimento a geléia real cresce e desenvolve-se

· nos outros cinco dias seguintes recebe mel e pólen também como alimento e continua o seu desenvolvimento

· no oitavo dia a larva já ocupa todo o espaço interno do tubo (seu crescimento se dá com várias trocas das mudas de pele) e começa a tecer um casulo no interior do qual a larva transforma-se em pupa (neste momento o tubo é fechado com uma tampa de cera) que em seguida se resolve em um inseto adulto.

Ana Carolina Número :5 
fonte:http://www.curiosidades10.com/animais/a_dura_rotina_de_uma_abelha_operaria.html
professora:Leiliandra